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terça-feira, 30 de outubro de 2012

CUT cobrará de prefeitos a participação dos trabalhadores em conselhos, afirma presidente


FONTE: PT


Vagner Freitas faz balanço das eleições e destaca o papel do movimento sindical


Com o fim do segundo turno das eleições municipais no último domingo, as 5.564 cidades brasileiras já tem definidos os prefeitos e vereadores para os próximos quatro anos.
As votações fortaleceram o Partido dos Trabalhadores (PT), que irá comandar o maior número de cidades com mais de 200 mil eleitores e sagrou-se a sigla mais votada do país. A maior vitória, sem dúvida, foi em São Paulo, com Fernando Haddad. Ainda no território paulista, dos 10 maiores municípios, o PT comandará cinco, além da capital paulista: Guarulhos, São Bernardo do Campo, Osasco, Santo André e São José dos Campos.
Em entrevista, o presidente da CUT, Vagner Freitas, faz um balanço das eleições, destaca o papel do movimento sindical após o pleito e aponta que a prioridade é estabelecer um canal de negociação permanente com os movimentos sociais.
Portal da CUT – Qual o balanço que você faz das eleições?
Vagner Freitas – Primeiro, felicitar o prazer de poder votar. Apesar de você ainda não ter democracia econômica, com divisão de renda, mas a democracia política é muito importante para qualquer república. Ficou tão normal votar no Brasil e isso é tão bom, mas não podemos esquecer que voto é conquista do povo. Esperamos que esses governantes respeitem essa população e deem dignidade à sua gestão.
Como o eleitor deve atuar a partir de agora?
E isso só acontece com acompanhamento dos trabalhadores e da sociedade como um todo. Participar de uma eleição não é só votar. É o primeiro passo, mas a sociedade precisa fazer e, no Brasil não existe, é acompanhar os mandatos e vincular o governante com o que ele defendeu na campanha. Nisso nós temos que evoluir muito. O cidadão se vê apenas como eleitor, escolhe o candidato e depois não acompanha, e o governante, em geral, esquece o eleitor.  O papel dos movimentos sociais é organizar os trabalhadores para que façam o acompanhamento do mandato e não deixem que ele esqueça dos compromissos assumidos.

A partir de agora, qual o papel da CUT?
Iremos discutir com os governantes para que constituam conselhos da sociedade civil e possamos acompanhar os mandatos, claro. Nós temos a Plataforma da Classe Trabalhadora (cliquei aqui para conhecer), que condensa o que pensamos, fundamentalmente, a aplicação de recursos públicos para que os trabalhadores tenham acesso a serviços públicos de qualidade e as estaduais da CUT irão fazer o contato com os prefeitos eleitos, principalmente de capitais e cidades de médio porte, para entregar mais uma vez a plataforma e conseguir com que assumam o compromisso com este documento. Agora, não mais como candidatos, mas como governantes. Para as administrações municipais a luta é estar presente na discussão sobre o orçamento dos municípios para que estejam voltadas às questões sociais, fundamentalmente de educação, saúde, transporte e moradia. A participação dos trabalhadores e dos sindicatos na discussão sobre a destinação das verbas no orçamento para questões populares é a principal função nas cidades.

Qual o recado que as urnas deixam?
As eleições consolidam o Partido dos Trabalhadores como o mais importante do Brasil e o ex-presidente Lula como o principal político e a mais importante liderança de massa do país. Um partido com quase 18 milhões de votos, o mais votado neste ano, mais votado em regiões metropolitanas, que cresceu 14% em relação ao número de cidades governadas em 2008, que ganhou mais de mil vereadores além do que tinha, mas acima de tudo consolida uma presença em São Paulo, que é um calcanhar de Aquiles. Essa proposta de desenvolvimento que o ex-presidente Lula começou e que a presidenta Dilma deu continuidade sempre teve derrotas em São Paulo que a enfraqueciam. Com a vitória em São Paulo, eu acredito que você vai solidificando o entendimento de que o processo de desenvolvimento trazido pelo PT e pelos partidos aliados se sobrepõe ao projeto de minimalismo do Estado, de não participação de políticas públicas, de governos voltados apenas à questão do mercado e não ao Estado como indutor do desenvolvimento, a grande diferença entre o PT e o PSDB. Esse quadro também fortalece a presidenta Dilma para 2014 para além da gestora e a coloca como outra grande liderança política que subiu nos palanques dos candidatos cumpriu o papel de demonstrar para a população o que pensa a presidenta. A vitória de Fernando Haddad, em São Paulo, aponta que o eleitor consegue identificar as diferentes propostas e não adianta os analistas tentarem vender a ideia de que o poder foi fatiado no Brasil. O PT e o Lula foram os grandes vencedores dessas eleições. Quem diz o contrário, não está fazendo análise, está dando opinião.

Um dos partidos que mais cresceu foi o PSB, de Eduardo Campos, governador de Pernambuco. Qual caminho você acredita que o partido adotará?
Isso coloca outro ingrediente para a eleição de 2014: o que quer o PSB de Eduardo Campos? Quer apenas se fortalecer pra ser o principal aliado do PT numa disputa interna com o PMDB na base aliada ou quer ser uma terceira via nessa disputa PT/PSDB? Ou engrossará o coro dos tucanos numa possível aliança com o senador Aécio Neves, provável candidato em 2014? Sem dúvida nenhuma o resultado de Pernambuco, com a vitória em Recife, do Ceará, com a vitória em Fortaleza, e de São Paulo, com a vitória em Campinas, alçam ao PSB ao patamar da noiva mais disputada. Eu acompanhei de perto as eleições e a estratégia nesses locais foi confrontar o PT. Tentando poupar a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula, até porque existe uma aliança nacional, mas em confronto com o Partido dos Trabalhadores, inclusive usando argumentos dos tucanos, como o Mensalão. O PSB ainda não tem cara muito definida, em alguns momentos defende as políticas sociais, mas em outros mais próximo do PSDB. Em Campinas, o Jonas Donizete não é socialista, é tucano. O mesmo acontece com os prefeitos de Cuibá, Fortaleza e em Recife. Mas, tenho a impressão que pelo resultado consagrador do PT nas urnas, o governador Eduardo Campos não fará disputa para 2014, mas se fortalecer para chegar mais robusto e propor em 2018 que o candidato do governo seja ele.

E o que esperar do PSDB?
O PSDB está cada vez mais longe de ser o partido que pensaram Franco Montoro, Fernando Henrique e Mário Covas, quando saíram do MDB para criar o PSDB. O partido de hoje é absolutamente conservador e sepultou a carreira política do Serra, não por ter perdido a eleição, mas por ele pular na onda do político conservador de direita e jogou fora até uma trajetória de juventude que teve ligada ao movimento estudantil. E, agora, desde a disputa presidencial com Dilma, soma ao seu discurso questões que o consagram como um candidato atrasado, conservador e retrógrado, que é o debate sobre a criminalização do aborto, sobre o ‘kit gay’. É o debate do preconceito sem proposta. Por outro lado, ficou nítida a posição do Aécio Neves de se preservar, que não ‘conservadorizou’ seu discurso, manteve pensando para a sociedade essa sociedade light como bom instrumento de marketing. Paralelo a isso, tivemos o ressurgimento do PT de Minas Gerais, com a candidatura heroica de Patrus Ananias.

Portal da CUT Nacional

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PSDB faz campanha sórdida e de baixo nível até o final da disputa



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Com frequência ouve-se o ditado de que "quem sai aos seus, não degenera". Os tucanos são bem isso. Eles iniciam suas campanhas eleitorais com baixo nível, não conseguem ou não querem mudar o curso disso, e mantêm a baixaria até o final.

Como aconteceu, agora, com a campanha de José Serra (PSDB-DEM-PSD-PV-PTB-PDT) a prefeito de São Paulo no 1º e no 2º turnos. Até as horas finais da campanha, ainda apelavam, escoravam-se em sua estratégia de espalhar o medo, propalar boatos e fazer da mitomania uma verdadeira tática e política de campanha.

No último dia da campanha (ontem), então, recorreram a material apócrifo que apareceu e foi espalhado em muitos pontos de São Paulo. O PT fez muito bem em pedir à Polícia Federal (PF) que apure a origem e autoria dos panfletos com estas críticas a José Serra, que não costumam ser feitas e nem tem o tom das desfechadas pelos petistas contra adversários.

Fundamentadas razões para suspeitar que material é dos tucanos

O partido fez bem em solicitar a investigação da PF. Vamos aguardar os resultados. Eu, particularmente, tenho sérias suspeitas de que aquilo só pode ter sido produzido pela campanha do Serra.

Raciocinem comigo, vejam se não estou com a razão: seria muita e pura estupidez quem está com 60% de votos consolidados, como é o caso do candidato Fernando Haddad (PT e partidos aliados), contra 40% de José Serra, fazer campanha com esse caráter.

Quem não fez isso ao longo da campanha, ainda mais com uma vantagem consolidada de 20 pontos percentuais sobre o adversário, vocês acham que baixaria o nível da disputa? A campanha do Haddad e do PT em nenhum momento baixou o nível seja na propaganda no rádio e na TV, seja nos debates, seja no material gráfico (impresso).

Campanha inteira do PSDB foi marcada por baixaria e demagogia

Já a campanha de José Serra, durante toda a disputa só fez baixarias e demagogia. Inclusive apelando para a questão e o sentimento religioso, quando não para a pura homofobia. A campanha deles foi de tão baixo nível, e de tanta apelação, que bem devia ter sido denunciada à Justiça pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). Aliás, tenho para mim que só não foi em decorrência da cumplicidade que existe hoje entre eles.

Vou dizer a vocês: aquela nota divulgada no início da tarde da 6ª feira (ontem) pela campanha de José Serra, em que eles chamam de "delinquente" o adversário Fernando Haddad, francamente... É coisa de quem faz campanha de baixo nível. E mais grave, pioram o tom, resvalam mais para a imundície e o esgoto a cada campanha.

Armam de tudo, os tucanos - como eu suspeito - acusam o PT de espalhar panfletos, cavaletes e faixas acusando José Serra de contribuir para extermínio de negros e pobres e depois ainda querem atribuir a autoria disso ao PT...

Fez bem, portanto, o comando da campanha do Haddad ao divulgar a nota em que afirma: "Chamar o adversário político de 'delinquente', como foi feito pela campanha do PSDB, é uma atitude que comprova o incorrigível baixo nível, o reiterado desrespeito e o crescente desespero do candidato José Serra."

terça-feira, 19 de junho de 2012

GTE do PT Alumínio começa organização para eleições 2012



Em reunião do GTE para as Eleições 2012, os representantes nomeados pelo Diretório Municipal do PT deliberaram sobre as primeiras ações.“A principal função desse GTE ( Grupo de Trabalho Eleitoral ) é garantir a aplicação da nossa tática eleitoral, trazer informações sobre as áreas prioritárias em que nós vamos nos empenhar mais”, afirmou o presidente do PT, Aloir de Paula , ao final da reunião.
Entre as ações deliberadas na reunião, Aloir de Paula destacou a divisão feita para a organização da campanha eleitoral. “Nós dividimos as várias regiões do Município entre os membros e candidatos do PT no município.
Nós Tivemos reuniões com todos pré-candidatos que se dispuseram a conversar conosco, tivemos convenções durante o período pré-eleitoral com nossos militantes e  deputados. E também estamos emitindo orientações através de uma nota política, sobre a tática e as considerações mais gerais a respeito das eleições de 2012. Discutimos a nossa política de alianças internamente e a decisão foi tomada pelo princípio democrático do voto.

O próximo passo é a regionalização das estratégias, como adiantou o presidente, “O trabalho do GTE , é daqui a um mês mostrar a Unidade petista em nosso Município.

“Trabalhamos para o fortalecimento do PT. A unidade entre nós é o principal instrumento, para a gente garantir a vitória eleitoral em 2012”, disse.

Além do trabalho de pesquisa, levantamento e planejamento, o GTE tem as funções de acompanhar, orientar e coordenar, juntamente com os pré– candidatos em nosso Município, o processo de construção da nossa unidade  Partidária.

 

As Resoluções do GTE municipal se basearão nos seguintes pontos :

 

1. Fortalecimento do PT

2. Unidade

3. Política de alianças

4. Acordos políticos

5. Prioridades

6. Movimentos sociais

 

Aloir de Paula declarou ainda sobre a importância de carregarmos o Lema de

 “ Juntos Somos Fortes “






quarta-feira, 6 de junho de 2012

PT ALUMINENSE, orgulho para todos nós!

Jaime Henrique Duarte

Por : Jaime Henrique Duarte

Como sempre estamos a falar em todos os lugares onde visitamos, nossa politica é da união, é do respeito e, principalmente, da prudência 
baseada nas palavras e nas atitudes diante de nossos adversarios politicos.

Por isso, dizer o quanto estamos contentes em poder contar com o apoio do PT Aluminense nas proximas eleições é mais que satisfação, é 
orgulho!

Quem conhece a verdadeira politica e história do partido sabe perfeitamente o quão seus homens de bem lutaram para hoje conseguirem 
mudar a historia de um pais como o nosso Brasil. Sua organização, o seu companheirismo unido a fidelidade dos seus, e o mais importante: a inteligencia e sabedoria de seus homens deixaram nossa nação numa posição, a nivel mundial, como um dos partidos mais populares do mundo e, isso não é ser um partido "nanico"!

Pequena, mais muito pequna mesmo, são as atitudes daqueles que ainda se iludem de que as pessoas não sabem fazer suas proprias escolhas por meio daquilo que sabem e conhecem. A nossa comunidade é muito inteligente e, discernir o que é atitude de ataque é muito mais facil pra eles.

Nós, e o PT Aluminense temos praticamente os mesmos ideais porque baseamos nossa politica numa harmonia de ações e entendimento mútuo.

Obrigado PT ALUMINENSE!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Declaração de repúdio à Notícia veiculada pelo folhetim "Jornal Gazeta"

Carta aberta ao nobre Sr. Redator do "folhetim" semanal " Jornal Gazeta"


O Diretório Municipal de Alumínio, pertencente a nossa microregião de São Roque solicita de vossa senhoria maiores esclarecimentos sobre a matéria publicada no dia 01/06/2012 sob o título " Pré-candidatos já brigam por apoio de partidos em Alumínio " onde este Jornal de circulação pequena e semanal faz referência ao PT como sendo um partido "nanico".
O PT repudia o ato tomado por tal veículo de circulação local e informa que tomaremos medidas judiciais cabíveis por esse caso, onde tal jornaleco quer desqualificar o tamanho de nosso Partido.
O PT Alumínio repudia tal ato e solicita ao sr., responsável pelo jornal, sr Stanley Rabello o direito de resposta por tal ofensa feita, onde o folhetim mostra ser desinformado da real estrutura do PT Municipal .
O folhetim é de extrema parcialidade e de subordinação aos mandos de matéria do atual governo que no caso se mostra em total declínio de aprovação popular.
Sendo desta forma solicitamos, ao sr responsável pelo folhetim, maiores esclarecimentos pois o PT Estadual e Nacional exige lisura nos acontecimentos internos e externos à todos os D.Ms relacionados em nossa Microrregião São Roque. 
Para que não ocorra mais esse deslise em tal veículo "folhetim", seria de bom grado o nobre sr redator conferisse suas matérias antes de publica-las, sem tendenciamento, apresentando apenas os fatos, pois uma mídia parcial torna-se com o decorrer do tempo desacreditada ......


PS.: No Aguardo de sua resposta a fim de tomar as medidas legais cabíveis.


Para o nobre Sr Rabelo que se mantenha informado sobre nosso tamanho e não caia em falsas falácias contra o PT em seu "Folhetim parcial e submisso "


Nanico é seu conhecimento nobre Sr. Rabelo


NOS GOVERNOS DO PT, 28 MILHÕES DE BRASILEIROS SAÍRAM DA POBREZA ABSOLUTA E MAIS DE 39 MILHÕES ENTRARAM NA CLASSE MÉDIA.
FOI CRIADO O MINHA CASA, MINHA VIDA, MAIOR PROGRAMA DE HABITAÇÃO POPULAR DA NOSSA HISTÓRIA, E O PAC, MAIOR CONJUNTO DE OBRAS DE INFRAESTRUTURA DO MUNDO.
FORAM GERADOS MAIS DE 17 MILHÕES DE EMPREGOS, UM RECORDE HISTÓRICO.
O BRASIL SE TORNOU LÍDER MUNDIAL NO COMBATE À FOME E NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE.
E SE TORNOU A SÉTIMA MAIOR ECONOMIA DO PLANETA.
NOSSO PAÍS VAI RECEBER A COPA DO MUNDO DE 2014 E AS OLIMPÍADAS DE 2016.
FOI DESCOBERTO O PRÉ-SAL, QUE VAI FAZER DO BRASIL UM DOS MAIORES PRODUTORES MUNDIAIS DE PETRÓLEO.
O PAÍS CRESCEU COMO NUNCA. A ECONOMIA SE FORTALECEU, A DEMOCRACIA FOI CONSOLIDADA E RESGATADA A DIGNIDADE DE MILHÕES DE BRASILEIROS.


Fundado em 10 de fevereiro de 1980, o Partido dos Trabalhadores possui, atualmente:
1.525.225 filiados;
60 mil dirigentes em todo o país;
4.000 diretórios municipais organizados;
1.000 Comissões executivas municipais provisórias;
1 presidenta
05 governadores
03 vice-governadores
14 senadores;
88 deputados federais;
149 deputados estaduais;
560 prefeitos; 428 vice-prefeitos;
4.166 vereadores eleitos em 2008.
O PT valoriza a participação da mulher. Em todos os níveis de direção partidária, elas representam, obrigatoriamente, 50%.
Os jovens de até 29 anos também têm direito de ocupar 20% das direções. E a diversidade étnico-racial tem igual participação.






terça-feira, 29 de maio de 2012

Os desafios das forças populares e a busca da unidade nas eleições municipais de 2012.


 

“Nossos esforços coletivos desafiaram as impossibilidades” - Charles Chaplin

Nas eleições que se avizinham, a unidade das forças e movimentos populares é o caminho


 para os setores comprometidos com a maioria se apresentarem como uma alternativa 


avançada à atual administração municipal, à aliança esdrúxula que sustenta a sua reedição e 


às forças conservadoras que surgem como oposição. Esta não é uma simples opção 


política, é uma necessidade e um dever de todos os pioneiros sociais.

Este foi, e permanece sendo, o entendimento do PT Municipal. No sentido de realizar este 


imperativo, O PT realizou debates bilaterais com partidos à esquerda detentores de legenda 


eleitoral.

Em seguida, promoveu reuniões com a presença dos representantes dos partidos afim de 


uma discussão sobre a coligação com os três partidos. Na pauta: o enfrentamento das 


eleições municipais de forma contundente e unitária e a constituição de uma aliança 


eleitoral que representasse a oposição popular da Cidade.

Nos encontros, pôde-se verificar a existência de uma convergência de análise da realidade 


do Município; todos concordamos que o atual governo municipal sucateou Alumínio e 


administra a partir da lógica do livre mercado e dos interesses dos monopólios e dos 


magnatas. Para maioria da população até mesmo os direitos democráticos elementares são 


negados.

Nas reuniões restou claro que: 

a) o amplo arco de aliança formado em prol as eleições municipais ao executivo é forte e 


tem potência para polarizar a Cidade; 

b) todas as insinuações oposicionistas, feitas até agora, são tão ou mais conservadoras que 


a chapa oficial; 

c) há um espaço de diálogo à esquerda e, 

d) a inserção social, política e eleitoral da esquerda em Alumínio deixa a desejar.

Neste quadro, nada pior do que o fracionamento dos partidos, organizações, movimentos, 


dirigentes, militantes e ativistas à esquerda . Caso se efetive a divisão entre tais segmentos, 


a situação será ainda mais grave e pior para o povo.

Na dimensão programática, todos os partidos possuem confluência substancial nos pontos 


essenciais de um programa de governo municipal. A Cidade carece de uma política urbana 


que a um só tempo responda as questões fundamentais da população, mas que esteja em 


sintonia com os desafios de uma realidade que é, inegavelmente, estadual e nacional.

Há um entendimento comum sobre os problemas do Município, tanto no âmbito das 


demandas imediatas de infra-estrutura, transporte, habitação, saúde, educação, 


planejamento urbano, entre outras, quanto no âmbito político, que tem haver com um 


modelo de governo aberto à população e aos movimentos populares. Ou seja, mudar a 


forma de relação entre poder público e sociedade civil, transformando-a em um padrão 


pautado pelo diálogo com o fortalecimento da participação popular nos rumos da 


administração.

O PT Alumínio apresentou aos presentes sua contribuição para o debate de programa de 


governo, que será, oportunamente, disponibilizada para discussões com todos os 


interessados.

Ao fim e ao cabo, é evidente que – entre os partidos envolvidos no debate, existe um 


enorme potencial para uma unidade com vistas às eleições 2012. Porém, limitações 


provenientes de questões menores estão, até o momento, obstruindo a constituição de uma 


única candidatura do campo popular.

A questão principal está situada em acúmulos diferenciados e no processo de construção de 


coligações entre os partidos, que estava em andamento e não contava com a participação 


do PT. Neste caso, os nomes dos candidatos a prefeito e vice-prefeitos já haviam sido 


definidos pelas duas agremiações. O PT pleiteia a abertura das discussões dos nomes da 


chapa majoritária, enquanto os demais negam-se a rediscutir as indicações feitas e propõe 


a participação do PT na coligação proporcional, ou seja, numa chapa única para 


vereadores.

Estes são os contornos do impasse que, até o momento, tem impedido uma aliança 


eleitoral ampla para o pleito de 2012. É diante desta situação que o PT Alumínio apresenta 


publicamente suas opiniões, conforme anunciado aos participantes das reuniões:

a) O PT Alumínio considera que o impasse é plenamente contornável.


Para o município devem falar mais alto, sempre, os interesses mais gerais do povo e as 


necessidades coletivas do movimento popular e não interesses particularistas, de tal ou qual 


grupo, corrente ou partido. Quanto mais aqui e agora, diante dos desafios da conjuntura e 


das possibilidades abertas.

b) Para o PT Alumínio, a discussão sobre os nomes que irão compor a chapa é 


infinitamente secundária, tendo em vista os acúmulos e consensos alcançados em torno da 


análise da conjuntura, em pontos programáticos e na importância para a Cidade de 


candidaturas unitárias – a prefeito, vice e a proporcional.

c) O PT Alumínio apoiará quaisquer nomes indicados para estes cargos, desde que seja 


uma proposta de unidade entre os partidos.

O PT Alumínio acredita que a indicação de nomes para a disputa dos cargos de prefeito e 


vice-prefeito são de responsabilidade dos partidos de base na medida que são os partidos 


com registro eleitoral.

No entanto, o PT Municipal se coloca à disposição para colaborar, onde for possível, da 


forma e no momento que onde tais partidos acharem por bem.

d) As eleições municipais serão um bom momento para avançarmos na perspectiva de 


derrotar o modelo empresarial de governo instalado no Município.Para tanto, o PT 


Alumínio defende a mais ampla unidade entre partidos – com ou sem registro legal, setores 


de partidos, movimentos, forças, dirigentes, militantes e ativistas populares que tenham a 


responsabilidade com uma cidade diferente, aberta ao povo e comprometida com o bem-


estar das maiorias.

e) Para o PT Alumínio, as divergências e interesses partidários, legítimos e justos, jamais 


poderão estar em primeiro plano, quanto mais neste momento. O que deve prevalecer é o 


compromisso primordial e inarredável de toda organização popular e de todo partido 


comprometido com transformações sociais: a defesa do povo e das classes trabalhadoras.

f) O PT Alumínio está pronto a apoiar e se compromete com o esforço de unidade popular 


por uma Alumínio onde caibam todos e todas.

Infelizmente, a edificação de uma alternativa não depende só do PT Municipal e de outras 


organizações e movimentos ávidos de se integrarem à uma aliança eleitoral unitária e 


popular em nosso Município. Sobretudo, ela dependerá do entendimento correto da 


realidade municipal, da coerência entre discurso e prática, da lucidez política e da grandeza 


dos partidos que formarão a base de sustentação para o governo.

Sendo assim, mais uma vez, conclamamos a tais partidos, aos seus dirigentes e militantes 


que procurem e construam um entendimento que priorize a unidade acima de tudo e 


proporcione uma alternativa para a população de Alumínio, já tão massacrada pelo arranjo 


conservador que aflige a nossa cidade.

Alumínio, 28 maio de 2012.

"JUNTOS SOMOS FORTES"

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Gestão do lixo


Resíduos sólidos
Cada brasileiro produz 1,1 quilograma de lixo em média por dia. No País, são coletadas diariamente 188,8 toneladas de resíduos sólidos. Desse total, em 50,8% dos municípios, os resíduos ainda têm destino inadequado, pois vão para os 2.906 lixões que o Brasil possui.
Em 27,7% das cidades o lixo vai para os aterros sanitários e em 22,5% delas, para os aterros controlados, de acordo com dados da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do Instituto Brasileiro de Estatística (IBGE). 
Apesar desse quadro, o Brasil alcançou importantes avanços nos últimos anos na opinião do diretor da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério de Meio Ambiente, Silvano Silvério. “Para se ter uma ideia, em 2000, apenas 35% dos resíduos eram destinados aos aterros. Em 2008, esse número passou para 58%”, destacou ele.
No mesmo período, o número de programas de coleta seletiva mais que dobrou. Passou de 451, em 2000, para 994, em 2008. A maior concentração está nas regiões Sul e Sudeste, onde, respectivamente, 46% e 32,4% dos municípios informaram à pesquisa do IBGE que possuem coleta seletiva em todos os distritos.
Carlos Antonio Soares/Agência de Notícias do Estado do ParanáDos 97% dos resíduos sólidos domésticos recolhidos, somente 12% são recicladosAmpliar
  • Dos 97% dos resíduos sólidos domésticos recolhidos, somente 12% são reciclados
Política para o lixo
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em agosto de 2010, disciplina a coleta, o destino final e o tratamento de resíduos urbanos, perigosos e industriais, entre outros.
A lei estabelece metas importantes para o setor, como o fechamento dos lixões até 2014 - a parte dos resíduos que não puder ir para a reciclagem, os chamados rejeitos, só poderá ser destinada para os aterros sanitários - e a elaboração de planos municipais de resíduos.
Para garantir o cumprimento do que está estabelecido na PNRS, está em fase final de estruturação o Plano Nacional de Resíduos Sólidos. O Plano, que esteve em consulta pública até dezembro de 2011, deve ser finalizado no primeiro semestre de 2012, segundo Silvério.
A socióloga Elisabeth Grimberg, coordenadora-executiva do Instituto Polis, que participou das audiências que definiram o texto, acredita na eficiência do Plano. “Ele será eficiente, pois foi construído de forma participativa e com metas desafiadoras”, afirma. 
De acordo com Grimberg, as novas responsabilidades definidas na PNRS reduzem gastos públicos municipais e ampliam a capacidade de investimentos das prefeituras em sistemas de reaproveitamento de resíduos de forma consorciada, assim como compartilhamento de aterros sanitários entre municípios de uma mesma região.
A PNRS também define metas para a redução da geração de resíduos no País. “Para isso, é necessário investir em educação ambiental e assim mudar o comportamento da sociedade com relação a esse setor”, declarou o diretor de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Governo não poupará recursos para construir novas creches, afirma presidenta Dilma

Fonte: blog.planalto.gov.br



Presidenta Dilma Rousseff durante a cerimônia de abertura da XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (15) que o governo não poupará recursos para construir creches no Brasil. Ao participar da abertura da XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a presidenta disse aos prefeitos que o governo federal fará o possível para auxiliar no custeio das creches.
“Eu quero dizer para vocês que o meu governo fará o possível e o impossível, não só com custeio, mas com custeio e com investimento, tudo o que for possível para garantir que a parte mais pobre das crianças desse país esteja em creche (…) Quero dizer que nós não pouparemos recursos. E aí não é uma questão da gente assumir ou não o custeio das creches. É uma questão de um compromisso de estado do meu governo com as crianças”.
Nesta segunda-feira (14), durante a cerimônia de lançamento do Brasil Carinhoso, o governo federal assinou com as prefeituras um acordo para a construção de mais 1.500 creches em todo o país. O governo federal também vai repassar às prefeituras, de forma imediata, os recursos para custear cada nova vaga aberta nas creches públicas ou conveniadas.
A presidenta também anunciou aos prefeitos dois novos projetos no âmbito do PAC 2. O governo federal fornecerá retroescavadeiras para municípios com até 50 mil habitantes. E 1.330 municípios serão selecionados para receber motoniveladoras.
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