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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Iara deve obter vaga na Câmara dos Deputados


Nesta quarta-feira (21), Iara Bernardi (PT) terá a certeza de que a vaga dela na Câmara dos Deputados em Brasília estará garantida. Nesse dia, o prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) anunciará, oficialmente, os nomes dos futuros secretários da Saúde e Transportes. Eles serão, respectivamente, os deputados federais José de Filippi Júnior e Jilmar Tatto, ambos do PT. Com a saída deles de Brasília para São Paulo, abre-se a vaga para a deputada federal Iara Bernardi, que teve, nas eleições de 2010, um total de 73.517 votos (0,34% dos votos válidos). Assim que for oficializado o anúncio, Iara já se preparará para assumir o cargo eletivo no início de 2013, independentemente da decisão de José Genoino, de assumir ou não a vaga, até que saia o acórdão de sua sentença no caso do Mensalão.
Em entrevista ao jornal Cruzeiro do Sul e à rádio Cruzeiro FM (92,3 MHz), Iara previa esse quadro político, tanto assim que afirmou que aproximaria o governo federal do município de Sorocaba, onde está a sua base eleitoral, estabelecendo dessa forma uma relação entre governos para garantir investimentos para Sorocaba e também para as cidades da região.
Ela saiu candidata pelo PT à Prefeitura de Sorocaba, mas foi derrotada no primeiro turno das eleições, em 7 de outubro, quando recebeu 34.288 votos (10,47%), ficando atrás de Raul Marcelo (Psol). Iara deu apoio no segundo turno ao candidato do PMDB, Renato Amary, que perdeu a eleição para o candidato eleito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB). A deputada foi procurada na noite de ontem para comentar a respeito dos preparativos para a posse em 2013, mas o celular só registrou caixa postal.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PSDB faz campanha sórdida e de baixo nível até o final da disputa



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Com frequência ouve-se o ditado de que "quem sai aos seus, não degenera". Os tucanos são bem isso. Eles iniciam suas campanhas eleitorais com baixo nível, não conseguem ou não querem mudar o curso disso, e mantêm a baixaria até o final.

Como aconteceu, agora, com a campanha de José Serra (PSDB-DEM-PSD-PV-PTB-PDT) a prefeito de São Paulo no 1º e no 2º turnos. Até as horas finais da campanha, ainda apelavam, escoravam-se em sua estratégia de espalhar o medo, propalar boatos e fazer da mitomania uma verdadeira tática e política de campanha.

No último dia da campanha (ontem), então, recorreram a material apócrifo que apareceu e foi espalhado em muitos pontos de São Paulo. O PT fez muito bem em pedir à Polícia Federal (PF) que apure a origem e autoria dos panfletos com estas críticas a José Serra, que não costumam ser feitas e nem tem o tom das desfechadas pelos petistas contra adversários.

Fundamentadas razões para suspeitar que material é dos tucanos

O partido fez bem em solicitar a investigação da PF. Vamos aguardar os resultados. Eu, particularmente, tenho sérias suspeitas de que aquilo só pode ter sido produzido pela campanha do Serra.

Raciocinem comigo, vejam se não estou com a razão: seria muita e pura estupidez quem está com 60% de votos consolidados, como é o caso do candidato Fernando Haddad (PT e partidos aliados), contra 40% de José Serra, fazer campanha com esse caráter.

Quem não fez isso ao longo da campanha, ainda mais com uma vantagem consolidada de 20 pontos percentuais sobre o adversário, vocês acham que baixaria o nível da disputa? A campanha do Haddad e do PT em nenhum momento baixou o nível seja na propaganda no rádio e na TV, seja nos debates, seja no material gráfico (impresso).

Campanha inteira do PSDB foi marcada por baixaria e demagogia

Já a campanha de José Serra, durante toda a disputa só fez baixarias e demagogia. Inclusive apelando para a questão e o sentimento religioso, quando não para a pura homofobia. A campanha deles foi de tão baixo nível, e de tanta apelação, que bem devia ter sido denunciada à Justiça pelo Ministério Público Eleitoral (MPE). Aliás, tenho para mim que só não foi em decorrência da cumplicidade que existe hoje entre eles.

Vou dizer a vocês: aquela nota divulgada no início da tarde da 6ª feira (ontem) pela campanha de José Serra, em que eles chamam de "delinquente" o adversário Fernando Haddad, francamente... É coisa de quem faz campanha de baixo nível. E mais grave, pioram o tom, resvalam mais para a imundície e o esgoto a cada campanha.

Armam de tudo, os tucanos - como eu suspeito - acusam o PT de espalhar panfletos, cavaletes e faixas acusando José Serra de contribuir para extermínio de negros e pobres e depois ainda querem atribuir a autoria disso ao PT...

Fez bem, portanto, o comando da campanha do Haddad ao divulgar a nota em que afirma: "Chamar o adversário político de 'delinquente', como foi feito pela campanha do PSDB, é uma atitude que comprova o incorrigível baixo nível, o reiterado desrespeito e o crescente desespero do candidato José Serra."

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O FURACÃO ELEIÇÃO

O furacão quando passa destelha, derruba, arrasta, provoca estragos e prejuízos àqueles que estiverem menos prevenidos. As eleições são como um furacão que passa. Abalam relações, provocam constrangimentos, deixam prejuízos morais, financeiros, para alguns. Os menos preparados ou bem intencionados..

Ao nível de cúpula, os partidos políticos ditos de direita, esquerda ou centr
o esquerdo, ou sei lá o que, com figuras de expressão nacional, se digladiam e apregoam suas ideologias. Porém, nos rincões do nosso Brasil, na prática, a coisa se desvirtua. Prevalecem o fisiologismo, o oportunismo e outros "ismos".

Passada a fase do pula-pula de partido, vem a fase das coligações, leilões e aluguel de siglas, barganhas, etc. É uma verdadeira miscelânea, misturam alhos com bugalhos, siglas que por princípios, não teriam nada a ver uma com outra se juntam. Os “Capas Pretas”, caciques, donos de partidos, (siglas de aluguel), aproveitam para faturar, equilibrar suas finanças e/ou melhorar de vida. Alguns até fazem investimentos em algum negócio com dinheiro faturado em época de eleições..

Alguns eleitores procuram ficar com a rebarba. Culturalmente, para uma parcela significativa da população, eleição é época de ganhar alguma coisa ou de se resolver problemas. Pede-se de tudo: emprego, dinheiro, material de construção, cesta básica, dentaduras, óculos, passagens, etc. Quando fui candidato, uma mulher pediu que eu arrumasse um namorado pra ela. São as consequências da falta de consciência, da baixa autoestima e o empobrecimento do nosso povo. Políticos inescrupulosos se aproveitam dessa situação. É vergonhosa a prática clientelista e nefasta de alguns. Casuístas, fisiológicos adeptos do nepotismo. Compram votos, oferecem todo tipo de favores e propinas.

Em política, existe a luta pelo espaço político. A conquista desse espaço deve ser fruto de um trabalho prestado a médio ou longo prazo em uma comunidade ou num seguimento social. Há políticos que procuram manter ou ampliar o seu espaço se reciclando, melhorando a cada dia que passa e mantendo uma coerência. Porém, há aqueles que querem manter ou ampliar o seu espaço diminuindo o espaço do outro. Corrompem, criam boatos, caluniam ou puxam tapetes. São denúncias, ciúmes, retaliações, boicotes, favores, promessas, etc. Tem medo de sombra.

Estamos há 3 meses das eleições "os ventos já começaram a soprar”. Próximo às eleições, os “ventos” vão soprar muito mais fortes. Troca de liminares, insinuações, bloqueios, denuncias, acusações e outros. Quem perde são os eleitores por falta de um debate de programas e projetos. “Na troca de “torpedos vamos ver quem tem melhor pontaria”“.

É preciso que os políticos sérios, que tem propostas sérias, não se deixem envolver pela bandalheira que alguns maus políticos transformam as eleições. Que se segurem firmes nos princípios éticos, morais, nos seus ideais, sem se desestabilizar, com essa “tempestade passageira”, as eleições

João Rocha

É membro do Diretório Municipal do
PT de Caraguatatuba - SP e da MACRO
Região Vale do Paraíba
e-mail: João.rocpt@terra.com.br

sábado, 14 de abril de 2012

Considerações: pedágio por Km em SP

FONTE: www.ptalesp.org.br



Considerações sobre o pedágio por quilômetro em São Paulo

O governador Geraldo Alckmin prometeu na última campanha em 2010, que iria baixar a tarifa de pedágios do Estado de São Paulo. Os pedágios paulistas estão entre os mais caros do Brasil e do mundo, quando levado em conta a renda da população. Uma viagem de São Paulo a Santos custa R$ 20,10, pela Rodovia Imigrantes ou pela Anchieta, rodando cerca de 120 quilômetros, ou R$ 0.1675 por quilômetro. 

Os pedágios cobrados pelo governo federal na Rodovia Fernão Dias, entre a capital e Belo Horizonte, sai por R$ 11,20, 562 quilômetros, ou 0,0199 por quilômetro (8 vezes mais barato).

Outro exemplo de São Paulo a Araraquara, em rodovia estadual paulista, o usuário deixa R$ 35,40 por 276 quilômetros; bem acima do que se paga nas rodovias federais cuja concessão foi feita no ano de 2007, pelo ex-presidente Lula.

As rodovias paulistas são mais caras do que as da Flórida e de Nova Iorque, nos Estados Unidos e mesmo na Itália, um caminhão que trafega por uma rodovia italiana paga cerca de um terço do que se estivesse em rodovia paulista.

Os pedágio caros de São Paulo impactam na economia do Estado, pois 93% das cargas produzidas são transportadas por caminhão e o Estado tem 25% das rodovias estaduais concedidas. 

A maior parte dos produtos que consumimos como alimentos, remédios, roupas, eletrodomésticos, acabam tendo pedágio embutido quando os compramos, pois a tarifas tornam a frete mais caro.

Quando a população viaja de ônibus que trafega por rodovia pedagiada, também acaba pagando uma passagem mais cara. Um ônibus de três eixos, viajando de São Paulo a Araçatuba deixa R$ 195,60 nas praças de pedágios, o que deixa o bilhete R$ 4,44 mais caro para cada passageiro.

O pedágio caro em São Paulo deve-se ao fato de que no início do processo, as tarifas foram aumentadas artificialmente, para tornar as rodovias paulistas mais atraentes, o indexador utilizado, nos 12 primeiros contratos, IGP-M, variaram 220,69% (período de 31/05/1998 a 31/03/2012), enquanto o IPC-A, que foi primeiramente utilizado pelo governo federal em 2007 e posteriormente pelo estadual, variou 135,54%. 

Se o governo de São Paulo tivesse optado pelo IPCA, ao invés do IGP-M, os pedágios das rodovias mais caras do Brasil, seriam 36% mais baratos. 

Outros fatores que encareceram os pedágios em São Paulo foram a cobrança pela entrega da rodovia pela empresa privada, conhecida como outorga onerosa e a Taxa interna de Retorno, conhecida como TIR, que nos primeiros contratos ficou em 20% em média. 

O governo do Estado não previu nenhum período de revisão das tarifas, prevendo aumento da produtividade das concessionárias que poderia ser incorporada no sentido de baixar as tarifas de pedágio. Quando se instala um posto de cobrança automática, se reduz pelo menos três empregos. 

Na ocasião da concessão das rodovias não havia cobrança automática, que aumenta a cada dia. Isso reduz os custos das concessionárias.

O governo de São Paulo poderia ter pedido o reequilíbrio econômico-financeiro, em benefício do usuário, como consta na Lei 8.666/93.

Mas o governo paulista até o momento tem fugido pela tangente. Primeiro mudando o indexador das 12 primeiros concessões. Nos contratos não há previsão de mudança dos indexadores, o que indica que a concessionária poderá pedir o que deixou de ganhar se o IPCA for menor do que o IGPM. Agora o governo Alckmin editou um decreto mudando de IGPM para IPCA, e que prevê a cada dois anos o encontro de contas, ou seja, é trocar seis por meia dúzia. 

O IGPM variou 2,33% (período de 31 de maio de 2011 a 31 de março de 2012), enquanto o IPCA subiu 4,21%. Por enquanto em 2012 as concessionárias terão um reajuste maior do que se fosse mantido o antigo indexador.

No mundo é comum a cobrança de pedágio por quilômetro rodado, que é mais justo. O sistema funciona com um chip ou tag em cada automóvel, que ao passar por um sensor ao entrar na rodovia, tem os dados captados, e depois ao sair, é anotado o trecho percorrido e o usuário recebe o boleto em casa para pagar. Dessa forma todos que transitam pela rodovia pagam mesmo se rodar poucos quilômetros.

Para se implantar esse sistema é necessário que todos os automóveis tenham um dispositivo identificador, o que não acontece no Brasil. Assim, como as rodovias que precisam ser fechadas, isto é, não ter muitos pontos de acesso, como acontece com a Bandeirantes.

O governo de São Paulo anunciou com grande estardalhaço que iria começar a implantar o sistema pela SP 075, no trecho entre Itu e Campinas, mas teve início na SP 360, um trecho de 24 quilômetros entre Jundiaí e Itatiba. Segundo o governo, haverá economia de 40% na ida e 30% na volta. 

O sistema está sendo disponível para os moradores de Itatiba, que terão direito ao tag gratuito. Só que o sistema é pré-pago, ou seja, o usuário precisa recarregar o tag, no mínimo no valor de R$ 20,00. A cada recarga será cobrado R$ 1,00 a mais, independente do valor recarregado. Esse valor cobrado por cada recarga é muito alto, bem acima do que se paga na recarga do Bilhete Único, ou seja, mais uma fonte de lucro para as empresas. 

A cobrança por quilômetro está em escala de experiência e há dúvida se pode ser estendida para todas as rodovias pedagiadas paulistas, por ter muitos pontos de acesso. E o governo estadual precisa ainda criar um modelo em que todos pagando não ocorra variação das receitas das concessionárias.

É bom lembrar que, nos contratos não há previsão de cobrança por quilômetro como o governo estadual está fazendo, apesar da referência ser a tarifa quilométrica. 

As concessionárias se não tiverem a mesma receita exigirão o reequilíbrio econômico –financeiro ao governo do Estado que terá de suplementar do orçamento público, para completar o valor não ganho pelas concessionárias; aumentar as tarifas para compensar o total da queda de arrecadação ou então aumentar o tempo de concessão. 

As três hipóteses são ruins aos paulistas, primeiro tirar dinheiro que deveria melhorar a qualidade da educação, saúde e segurança pública, que estão uma calamidade; a segunda opção é prejudicial para os usuários, que já pagam muito caro pelo pedágio em São Paulo e a terceira também é péssima, pois esses contratos deverão passar por uma nova licitação que os valores sejam corretos.

É bem provável que esse sistema fique em experiência pelo governo do Estado de São Paulo e não entre em uso em larga escala. 

Enquanto isso, o governador Geraldo Alckmin ganha tempo até 2014, ano de nova eleição, quando ele prometerá de novo pedágios mais baratos em São Paulo.

Vão empurrar com a barriga para não fazer a revisão tarifária que beneficiaria de imediato todos os paulistas; as concessionárias teriam o seu lucro adequado e o custo São Paulo seria menor.

* Evaristo Almeida é assessor de Transportes e Mobilidade Urbana da Liderança do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo

terça-feira, 3 de abril de 2012

PT realiza encontro com a chapa proporcional em Sorocaba

PT realiza encontro com a chapa proporcional em Sorocaba

Na última segunda-feira (26/3), a Comissão Eleitoral do Partido dos Trabalhadores de Sorocaba reuniu a chapa proporcional para um encontro de orientação aos pré-candidatos (as). A abertura ficou por conta da pré-candidata a prefeita pelo PT, Iara Bernardi, do deputado estadual Hamilton Pereira e do presidente do Diretório Municipal, José Carlos Triniti Fernandes.

Após a abertura, a coordenação do programa de governo informou sobre reuniões que estão ocorrendo com grupos temáticos e nos bairros. Eles explicaram que proposta é envolver todos na construção do programa de governo e que os pré-candidatos (as) ao legislativo sorocabano têm um papel fundamental, principalmente de organizar encontros em suas bases e nos bairros. "O envolvimento da militância certamente contribuirá na construção de um excelente programa de governo, com a participação da sociedade", informou Iara.

O principal objetivo do encontro foi ouvir dos pré-candidatos (as) suas dificuldades no momento de pré-campanha. O propósito da Comissão Eleitoral é orientá-los de como organizar uma pré-campanha, grupo de apoio, planejamento, enfim, tudo que envolve uma campanha de vereador (a). "Depois de definida a chapa proporcional, essa é uma fase importante para, quando chegar a campanha, todos estejam preparados e organizados para a disputa", explicaram os membros da Comissão.
Eles informaram que outras atividades estão sendo organizadas, principalmente baseadas nas dificuldades apresentadas pelos pré-candidatos (as) no encontro. Segundo os membros da comissão, "foi extremamente proveitosa a reunião". "Estão todos muito animados para a disputa eleitoral, dispostos em lutar e eleger uma grande bancada petista na Câmara Municipal", concluíram.

Fonte:  PT Sorocaba

terça-feira, 27 de março de 2012

“Esta cidade vai ter segundo turno”, diz Iara Bernardi



A pré-candidata do Partido dos Trabalhadores à Prefeitura de Sorocaba, em entrevista nesta terça-feira (27) ao Jornal da Manhã da Jovem Pan, projetou o PT para disputar os votos do segundo turno nas eleições. "Esta cidade vai ter, eu garanto, o segundo turno", disse. Segundo ela, "as ações vitoriosas do ex-presidente Lula e da presidenta Dilma Roussef vão refletir aqui em Sorocaba".
Na avaliação da pré-candidata, essa eleição apresenta um quadro eleitoral diferente das demais. "O drama é a qualidade e não o emprego", disse, referindo-se à necessidade formação de mão-de-obra. Ela diz que Sorocaba tem que se preparar com planejamento para o futuro e citou que a atração de novas empresas também atrai muita gente e impacta na qualidade de vida. Em se tratando de mobilidade urbana, Iara não poupou críticas às ciclovias, ao transporte coletivo, à falta de postura em relação às calçadas na cidade. "Hoje em alguns bairros vemos mães obrigadas a usar a rua para caminhar com carrinhos de bebês", exemplificou. Também criticou o atual sistema de atendimento aos usuários de saúde e a falta de valorização dos médicos.
Ela citou a necessidade da criação de uma controladoria municipal, para fiscalizar os contratos da prefeitura, e de um departamento de engenharia de controle de qualidade, para fiscalizar a qualidade das obras.
Sobre a definição do vice, a pré-candidata não adiantou detalhes, mas aprovaria se fosse um empresário. "Por que não?", indagou. Iara disse ainda que o PT está fazendo contato com "os mais variados partidos" para buscar alianças.

Ouçahttp://www.jornalipanema.com.br/novo/Jornal%20da%20Manhã/“ESTA+CIDADE+VAI+TER+SEGUNDO+TURNO”,+DIZ+IARA+BERNARDI.html
Ipanema Online

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