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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dilma volta a defender Lula em visita a plataformas de petróleo no RS


Dilma volta a defender Lula em visita a plataformas de petróleo no RS
São Paulo – A presidenta Dilma Rousseff (PT) voltou a defender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva hoje (17), durante visita às obras das plataformas de exploração de petróleo P-55 e P-58, em dois estaleiros da cidade do Rio Grande (RS).
Lula foi alvo de violento ataque da revistaVeja em sua última edição. A publicação usa supostas declarações do publicitário Marcos Valério de Souza para acusar o ex-presidente de ter comandado o esquema de financiamento irregular de campanhas eleitorais, que a a imprensa chama de "mensalão" e cujos réus - entre eles o próprio Valério - estão sendo julgados agora pelo STF.
Ao melhor estilo Lula, Dilma subiu no palanque hoje com o capacete da Petrobras e depois, no chão, fez questão de cumprimentar, abraçar e tirar fotos com os operários.
No discurso, ela lembrou da decisão de Lula de construir navios e plataformas com material e mão de obra predominantemente brasileiros. Antes do primeiro governo do petista, as encomendas vinham diretamente do exterior.
“Este país não podia continuar exportando emprego e oportunidades para o resto do mundo. O que nós pudéssemos fazer no Brasil, nós faríamos no Brasil. E aqui estão vocês, que demonstram que isso não só é possível, mas que isso aconteceu. Milhões de reais foram colocados aqui. Esses milhões de reais vão servir para nós voltarmos a ter uma indústria naval de alta qualidade, uma indústria naval que nasceu aqui, no Rio Grande do Sul”, afirmou. "Sem ele (Lula), não estaríamos aqui", concluiu. 
Ela finalizou agradecendo os trabalhadores que tornam possíveis empreendimentos como este. “Eles provam que quando querem, são capazes de desafiar qualquer obstáculo. Agradeço a todos, tenho certeza de que o povo tem orgulho do que está sendo feito aqui”, disse.
De acordo com a Petrobras, a P-55, com início de operação previsto para setembro de 2013, terá capacidade de produzir até 180 mil barris de petróleo e seis milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.
Com informações do Blog do Planalto

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

LDO sancionada por Dilma prevê mínimo de R$ 667,75



A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) – Lei Nº 12.708 – sancionada pela presidenta Dilma Rousseff na última sexta-feira (17), foi publicada em edição extra do final de semana do 

Diário Oficial da União.


Ocupando 40 páginas, o texto traz as metas e prioridades dos gastos e investimentos previstos pelo governo federal para o ano que vem e deverá ser novamente avaliado pelo Congresso, de onde saiu no mês passado.


O texto, que mantém o PAC e o Plano Brasil Sem Miséria (PBSM) como prioridades da administração federal, projeta crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 5,5% para o ano que vem, tendo ainda como meta o superávit primário para o setor público não financeiro de R$ 155,851 bilhões, valor que poderá ser reduzido até R$ 45,2 bilhões – ou 3,1% do PIB – depois de atendidas as despesas e prioridades do governo federal. Os resultados das empresas dos Grupos Petrobras e Eletrobrás não serão considerados nesta não serão para o alcance deste meta.

Foi ainda confirmado que o salário mínimo, para o ano que vem, terá reajuste de 7,35%, subindo dos atuais R$ 622 para R$ 667,75 – valor que poderá ser alterado dependendo do resultado dos parâmetros estabelecidos em lei para sua correção, que inclui o crescimento do PIB de 2011 mais a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). A meta da inflação fixada pelo Banco Central para este ano e o ano que vem é de 4,5%, ao ano, com tolerância de variação de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O texto, que volta agora para análise e aprovação do Congresso, traz os vetos presidenciais (e suas justificativas) a 25 itens da proposta que foi aprovada pela Comissão de Orçamento do Congresso, no mês passado. Nove artigos foram vetados na íntegra, entre parágrafos e incisos de outros artigos e um anexo da legislação. Todos os vetos podem, tecnicamente, ser derrubados pelo Congresso por maioria absoluta dos votos das duas casas – 257 votos na Câmara dos Deputados e 42 no Senado. 

Outro item importante da LDO é a inclusão de R$ 14 bilhões destinados ao aumento salarial de diversas categorias do funcionalismo, entre as quais várias se encontram em greve e em negociação com o governo federal. Este valor, assim como todos os demais que fazem parte da proposta, deve ser modificado, conforme sinalizam as negociações ocorridas durante o final de semana entre representantes do governo e dos sindicatos.

O Executivo tem o prazo final de 31 de agosto para enviar o Projeto de Lei Orçamentária ao Congresso Nacional, que terá todo o segundo semestre para tramitar e aprovar o texto.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

De bom tamanho – Por Jorge Viana


Dilma sanciona com vetos o novo Código Florestal, um texto que não agrada a todo mundo, mas garante a preservação sem minar o vigor do agronegócio brasileiro
Depois de 47 anos, o Brasil terá a partir desta semana um novo Código Florestal, o conjunto de leis que define regras para a produção agrícola e para a preservação ambiental. O texto anterior, de 1965, sofreu uma série de remendos ao longo das décadas e há muito não cumpria seu objetivo. De um lado, defasado e desconectado da realidade atual, limitava o desenvolvimento do setor agrário no País; de outro, por ser amplamente desrespeitado, não servia para impedir o desmatamento. O novo código foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff na sexta-feira (25/05), com doze vetos e mais de trinta modificações em relação ao que havia sido aprovado pelo Congresso no mês passado. Depois de muita gritaria por parte de ambientalistas e representantes dos produtores do campo, o texto final estabelece o equilíbrio entre as medidas de proteção às florestas e a instalação de condições justas para a produção agrícola.
O principal ponto de discórdia tratava da recomposição da vegetação nativa nas margens de rios que tivessem sido desmatadas de modo irregular pelos proprietários rurais – são as chamadas APPs, ou Áreas de Preservação Permanente. Como o texto do Congresso não definia regras claras para essa recuperação, ambientalistas lançaram-se em campanha nacional pelo "Veta tudo, Dilma". Dilma vetou, mas não tudo. A presidente optou pela decisão sensata de fixar regras para a recomposição das margens dos rios que variam de acordo com a extensão da propriedade e a largura dos cursos de água. Antes, pequenas propriedades cortadas por riachos corriam o risco de ter toda a área tomada pela recomposição florestal, sem que sobrasse espaço para o plantio. Em Alagoas, por exemplo, a maioria das fazendas perderia até um terço de sua área cultivada para o reflorestamento. A nova regra fixou em no máximo, 20% a porção de terreno das pequenas propriedades passível de ser reflorestada — 90% das propriedades brasileiras são consideradas pequenas. A medida provisória que define essa nova regra será enviada ao Congresso na próxima semana.
O novo código assegura que permaneçam intocáveis todas as áreas de proteção já delimitadas para as florestas do Brasil. Ao estabelecer regras razoáveis também para os produtores rurais, ele tem grande chance de ser um fator de incentivo à preservação ambiental. A partir de agora, quem desmatar de forma ilegal estará mais exposto do que antes — e se arriscará a receber duras punições.
Permanece ainda sem solução definitiva a questão da anistia a quem já desmatou áreas de reserva legal — o porcentual da propriedade em que a vegetação nativa precisa ser mantida intacta, e que varia de 80% na Amazônia a 20% em outras regiões. O texto aprovado no Congresso anistiava pequenos proprietários que houvessem desflorestado até meados de 2008, ano em que o governo fez a última mudança substantiva na lei. O governo já sinalizou que não haverá nenhum tipo de anistia aos infratores, mas as regras só devem ficar mais claras a partir desta semana. Para os defensores do perdão, a obrigação de recompor as áreas de reserva legal inviabilizaria o negócio da maioria dos pequenos proprietários. Para os críticos, a anistia reforçaria a percepção de impunidade dos desmatadores. No conjunto, o novo código é um avanço, pois não mina o vigor do agronegócio, responsável por 40% das exportações brasileiras, e incentiva as fazendas a aumentar sua produtividade sem alargarem 1 centímetroquadrado sequer sua área cultivada e sem cortar uma única árvore nativa.
Artigo publicado no site do senador Jorge Viana

terça-feira, 15 de maio de 2012

Governo não poupará recursos para construir novas creches, afirma presidenta Dilma

Fonte: blog.planalto.gov.br



Presidenta Dilma Rousseff durante a cerimônia de abertura da XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (15) que o governo não poupará recursos para construir creches no Brasil. Ao participar da abertura da XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, a presidenta disse aos prefeitos que o governo federal fará o possível para auxiliar no custeio das creches.
“Eu quero dizer para vocês que o meu governo fará o possível e o impossível, não só com custeio, mas com custeio e com investimento, tudo o que for possível para garantir que a parte mais pobre das crianças desse país esteja em creche (…) Quero dizer que nós não pouparemos recursos. E aí não é uma questão da gente assumir ou não o custeio das creches. É uma questão de um compromisso de estado do meu governo com as crianças”.
Nesta segunda-feira (14), durante a cerimônia de lançamento do Brasil Carinhoso, o governo federal assinou com as prefeituras um acordo para a construção de mais 1.500 creches em todo o país. O governo federal também vai repassar às prefeituras, de forma imediata, os recursos para custear cada nova vaga aberta nas creches públicas ou conveniadas.
A presidenta também anunciou aos prefeitos dois novos projetos no âmbito do PAC 2. O governo federal fornecerá retroescavadeiras para municípios com até 50 mil habitantes. E 1.330 municípios serão selecionados para receber motoniveladoras.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Instituto de Tecnologia dos EUA fecha parceria com o Brasil



dilma
O governo brasileiro e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão começando negociações para a instalação de um centro de pesquisa da instituição norte-americana no Brasil. O anúncio foi feito pelo ministro Aloizio Mercadante, em entrevista a jornalistas, após a visita ao MIT Media Lab, laboratório de pesquisa da instituição, na manhã desta terça-feira (10/04), em Boston (EUA).
De acordo com o ministro, após os últimos acertos, serão feitos estudos sobre a cidade onde será instalado o centro e definidas as especificidades das pesquisas a serem desenvolvidas. “Essa parceria terá uma importância decisiva porque a marca do MIT é transformar ideias em ações e é isso o que queremos para o Brasil, ou seja, aliar a produção do conhecimento acadêmico ao universo produtivo e empresarial. É isso que produz a riqueza que ajuda o País a dar um salto de qualidade”, destacou.
Durante a visita, foram assinados acordos entre o governo brasileiro, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e o MIT para a ampliação de bolsas de estudos do programa Ciência sem Fronteiras. O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) também assinou acordo com o instituto norte-americano, com o objetivo de expandir a formação de engenheiros no Brasil.
A presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da parceria com instituições de ensino norte-americanas. “A parceria para o século XXI está baseada no conhecimento.” A comitiva brasileira também se reuniu com pesquisadores e cientistas brasileiros e norte-americanos em Boston.
Ainda nesta terça-feira a comitiva brasileira visitou a Universidade de Harvard, para assinar outros acordos e para um encontro entre a presidenta Dilma Rousseff com os estudantes brasileiros bolsistas do programa Ciência sem Fronteiras que estão no país.
Relembre principais objetivos do programa
O Ciência sem Fronteiras promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacionais de estudantes, professores e pesquisadores. A oferta de bolsas prevê as modalidades graduação-sanduíche, educação profissional e tecnológica e pós-graduação — doutorado-sanduíche, doutorado pleno e pós-doutorado.
O programa estabelece a oferta de até 75 mil bolsas em quatro anos. Estudantes de graduação e pós-graduação podem fazer estágio no exterior para manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso, tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil.
Ministério da Educação

quarta-feira, 21 de março de 2012

ALÔ BRASIL, ALÔ BASE ALIADA, ALÔ FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS - TODO APOIO À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF


FONTE: softwarelivre.org 

A festa no Clube Militar, em comemoração aos 48 anos do golpe militar que foi combatido pela jovem guerrilheira Dilma Rousseff, hoje presidente da República, promete ter potencial explosivo

 

Dilma agora tem de lidar com insubordinação
                            de ex-torturadores

Se não bastasse a rebelião da base aliada no Congresso Nacional, a presidente Dilma Rousseff agora tem mais um abacaxi para descascar. Desta vez, entre os militares, que já vinham dando sinais de insubordinação assinando um manifesto contra a Comissão da Verdade. Desta vez, o que os militares preparam já pode ser considerado provocação. Dilma havia proibido comemorações, entre os representas da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, em relação ao aniversário do golpe de 31 de março de 1964, que os militares chamam de “Revolução”. Pois o Clube Militar antecipou a festa para o dia 29, daqui a 12 dias, e começou a distribuir os convites para a comemoração, que exige traje esporte fino.
A informação foi publicada neste sábado na coluna Panorama Político, assinada pelo jornalista Ilimar Franco, no jornal O Globo. Desde a demissão de Nelson Jobim, que praticamente pediu para sair, com comentários agressivos em relação a Dilma e algumas de suas ministras, o governo vem administrando focos de crise entre os militares, que ainda não engoliram completamente a escolha de Celso Amorim. Formado nos quadros mais à esquerda do Itamaraty, Amorim imaginava que conquistaria a confiança dos militares, renovando a compra de equipamentos – por isso mesmo, anunciou a retomada da compra dos caças Rafale, da França.
No entanto, não conseguiu conter a insatisfação dos militares da reserva, que prepararam um manifesto contra a Comissão da Verdade e recolheram mais de 500 assinaturas. Os militares também demonstram preocupação com a tentativa de alguns promotores de rever a Lei de Anistia. Nesta semana, houve a tentativa, frustrada, de reabrir o julgamento de Sebastião Curió, que foi responsável pelo massacre dos guerrilheiros do Araguaia.
Agora, uma festa no Clube Militar, em comemoração aos 48 anos do golpe militar que foi combatido pela jovem guerrilheira Dilma Rousseff, hoje presidenta da República, tem potencial explosivo.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Dilma Rousseff é capa da revista ‘Newsweek’ que ressalta solidez da economia brasileira

Fonte: www.pt.org.br

Presidenta Dilma será será a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral da ONU


A revista americana “Newsweek” chega às bancas esta semana com a presidente Dilma Rousseff na capa. Uma foto de Dilma ilustra a reportagem de capa, intitulada “Onde as mulheres estão vencendo”. A edição americana da revista diz que Dilma “está na área” e ressalta que a presidente será a primeira mulher a abrir a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, na quarta-feira. Na edição internacional, a “Newsweek” chama a presidente de “Dilma Dinamite”.
Na entrevista à “Newsweek”, Dilma falou sobre Brasil, economia mundial, pobreza e corrupção. Fez questão de exaltar a solidez da economia brasileira e a capacidade do país de combater uma crise mundial. “Sabemos que não somos uma ilha. A Grécia não pode pagar seu socorro. A Espanha está em apuros, assim como a Itália. Os EUA não estão crescendo. Isso tem um impacto negativo nos resto do mundo”, disse a presidente. “Você sabe a diferença entre o Brasil e o resto do mundo? Temos todos os instrumentos intactos para combater o crescimento lento ou mesmo a estagnação da economia mundial”. Segundo ela, “ainda podemos cortar juros”.
“Somos uma grande economia, rica em recursos e com um mercado interno enorme”, continua Dilma. “Graças às nossas políticas sociais, tiramos 40 milhões de pessoas da pobreza e as colocamos na classe média desde 2003. É o equivalente a uma Argentina. A demanda doméstica ficou tão reprimida por tanto tempo que temos um imenso potencial de crescimento. Temos um boom da construção, mas não uma bolha. Esse mercado interno nos permitirá acelerar o crescimento”.
Dilma afirmou ainda que é preciso profissionalizar e reformar o serviço público, “promovendo as pessoas com base no mérito”.
Dentro do especial das mulheres, a reportagem-perfil sobre a presidente (“Não mexa com a Dilma”), que tratou de seu governo e de sua trajetória pessoal, começa com uma história da corrida eleitoral. Entrevistada pela “Newsweek” em Brasília, Dilma contou que foi abordada por uma menina, curiosamente chamada Vitória, em um aeroporto, e ela lhe perguntou: “Uma mulher pode ser presidente”? E Dilma respondeu que sim.
A presidente contou que, quando era criança, queria ser bailarina ou bombeira, e acredita que a pergunta da menina mostra sinais de progresso. A revista diz que um terço do gabinete de Dilma é de mulheres. E lembra que 20 mulheres comandam Estados hoje, sendo quatro das Américas - além de Dilma, há Cristina Kirchner (Argentina), Laura Chinchilla (Costa Rica) e Kamla Persad-Bissessar (Trinidad e Tobago).
A revista publicou elogios dos empresariados. O empresário Eike Batista disse que Dilma gosta de eficiência: “Trabalhar é seu hobby”. O publicitário Nizan Guanaes acredita: “O país sente que há alguém no comando”. E disse que “nosso homem do ano é uma mulher”. Mas a Newsweek também publicou críticas, como as do especialista em energia Adriano Pires, que “a culpa por microgestão” - e cita a demora em dispensar Antonio Palocci.
Segundo a reportagem, Dilma se levanta cedo para caminhar nos jardins do Alvorada, devora um resumo das notícias em seu iPad e está em seu escritório às 9h15, onde fica até as 21h. Para a “Newsweek”, a presidente, embora não perca a chance de enaltecer seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, não é a inocente política que os rivais pintavam.
Dilma disse à revista que nunca usou armas na militância - embora fosse boa em limpá-las - porque era muito míope para atirar. A “Newsweek” contou em detalhes a trajetória revolucinária da presidente, sua prisão e a tortura a que foi submetida.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A diferença entre Dilma e Alckmin é profunda



Como demonstrou Ricardo Amaral no livro “A vida quer é coragem”, a JK de Saias sempre teve um lado.
Por Paulo Henrique Amorim - Conversa Afiada
Segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Na solenidade do Minha Casa, Minha Vida, em São Paulo, a Presidenta, o JK de Saias, disse, segundo o Estadão, na pág. A8:

“ Podemos ter nossas divergências (ao se dirigir ao governador tucano Geraldo Alckmin) eleitorais, mas, terminadas as eleições, essas divergências deixam de existir. O que mostra a maturidade do Brasil é essa relação que nós conseguimos estabelecer, independentemente de origem partidária, credo político e religioso ou opção futebolística,” disse a Presidenta.

Na primeira página, como de hábito, o Estadão, que não tem nenhum compromisso com a verdade factual, diria o Mino Carta, deu uma rasteira na Presidenta (será que o Estadão quer aderir à frente de apoio à Presidenta, e sentar-se ao lado do Eduardo Campos ?):

“ Dilma diz (sic) que diferenças com oposição são só ‘eleitorais’.”

As diferenças entre a Dilma e o Alckmin, entra o PT e o PSDB são profundas, além de “eleitorais”. 

E elas se concretizam nas eleições.

As divergências ficam claras, ali.

Nas três ultimas eleições presidenciais, por exemplo.

Os tucanos ficam ao lado da Privataria.

O Lula e a Dilma, contra.

Os tucanos acham o Bolsa Família o Bolsa Vagabundagem.

O Lula e a Dilma ampliaram o Bolsa Família e , agora, criaram o Brasil sem Miséria.

O Lula e a Dilma fizeram e fazem um Governo para criar uma ampla classe média.

O Governo do Cerra/FHC acentuou a desigualdade de renda e, quando deu emprego, deu emprego informal.

Cerra e FHC achataram o salário mínimo.

Dilma e Lula tem a mania de dar aumento real ao salário mínimo.

Cerra e FHC foram, de joelhos, três vezes ao FMI.

Lula saiu do FMI e agora empresta ao FMI.

Para ficar numa diferença atual, contemporânea.

Os tucanos de São Paulo enfrentam a tragédia do crack com balas e tiros.

Como o Cerra enfrentou os estudantes, professores e policiais grevistas.

E tem o “liberou geral” do jenio do FHC.

A Dilma tem um plano nacional de enfrentamento do crack, que dá ênfase ao tratamento e à recuperação.

Sem tiro.

Terminada a eleição, sobrevém o espírito republicano – a integração entre programas federais e estaduais, em benefício do povo.

O que não acontecia quando o Padim Pade Cerra governou (?) São Paulo e boicotou o ENEM para agradar à Folha (*).

E fez corpo mole com o Minha Casa, Minha Vida, para esconder a Dilma.

“Civilidade “ não significa “identidade”.

Espírito “republicano“ não significa “adesão“.

Como demonstrou Ricardo Amaral – clique aqui para ler e ver a entrevista na Record News -, no livro “A vida quer é coragem”, a JK de Saias sempre teve um lado.

Do outro lado estão o Cerra, o FHC e o Alckmin.

O que as eleições demonstram de forma eloquente.

Do contrário, a eleição terminava em empate.

O Estadão faz qualquer papel.

E é capaz até de querer tirar uma casquinha no prestígio da JK de Saias.
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